Nada.

 
 
“Eu quero ser ela.
Ela que é sua
E você que não sabe.
 
Você que é muito pouco
pra ela que é nada.
Nada que é tudo,
quando se perde as contas
Das vezes que se viu derrotada.
 
E eu acho que descobri o que falta.
Aquilo que eu tinha com ele
Mas que agora é nada.
 
Um nada que evanesce com calma,
A calma de quem não teme mais nada.
 
Porque o sol se apagou quando a lua morreu.
E não há ninguém dentro de ti,
Desde que ela te tirou de dentro dela.
 
Sem leões e sem sóis.
Agora sim, cem de mim
Que se percam em fim
Dentro dos outros caminhos bem mais sutis.”
 
(autor desconhecido)
 
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8 comentários

  1. Lindas palavras…
    adorei,
    beijos linda.

  2. Andy
    Obrigada pela visita :D
    Bjs

  3. Um poema lindo, me fez pensar muito.

    bjs!

  4. Luiza
    Obrigada pela visita^^
    Bom fim de semana!
    bjs

  5. Lindo lindooo *—-*

    Beeijos

  6. Cami
    Obrigada pela visita :D
    Bjs

  7. Lindas, né!? :))) Amo tudo que é vintage *——–*

    Beeijos

  8. ^^

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